Tecnologias do Pré-sal

Divulgamos nossos resultados do 3º trimestre de 2016

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Nosso desempenho no terceiro trimestre demonstra o avanço das nossas métricas, tendendo à convergência para os compromissos estabelecidos no Plano de Negócios e Gestão 2017-2021 (PNG 2017-2021):

- Houve melhora do índice dívida líquida sobre EBITDA ajustado, que recuou de 5,31 para 4,07 entre dezembro de 2015 e setembro desse ano. Isso reflete o aumento no EBITDA e também o menor endividamento líquido, que caiu 17% no acumulado do ano, atingindo R$ 325,6 bilhões. A alavancagem também foi reduzida de 60% para 55% entre dezembro de 2015 e setembro desse ano.

- A Taxa de Acidentados Registráveis (TAR) por milhão de homens-hora foi de 1,6, uma queda de 27% em relação ao índice registrado no fim de 2015.

- O fluxo de caixa livre foi positivo pelo sexto trimestre consecutivo, totalizando R$ 16,4 bilhões, um valor 52% superior ao registrado no segundo trimestre. Esse resultado é explicado por um aumento de 22% da geração operacional e pela redução de 8% dos investimentos. Na comparação anual, o fluxo de caixa livre foi de R$ 29,6 bilhões, 3,6 vezes superior ao registrado entre janeiro e setembro de 2015.

- O EBITDA ajustado de R$ 21,6 bilhões foi 6% superior ao trimestre anterior em função do aumento da produção e exportação de petróleo e de menores gastos com importações. Na comparação entre os primeiros nove meses de 2015 e o mesmo período desse ano, o EBITDA ajustado foi 11% superior, totalizando R$ 63,0 bilhões .

- Nossa produção total de petróleo e gás natural de 2.869 mil barris de óleo equivalente por dia (boed) registrou um aumento de 2% em comparação com o segundo trimestre. Em setembro, houve vários recordes de produção, dentre eles a de petróleo e gás no Brasil (2.753 mil boed) e a de petróleo e gás que operamos no pré-sal (1.464 mil boed).

- Houve aumento de 9% das exportações de petróleo e derivados, que alcançaram 562 mil bpd neste trimestre.

- Os gastos operacionais gerenciáveis foram 6% inferiores ao trimestre anterior, apesar da provisão para reajuste salarial decorrente do Acordo Coletivo de Trabalho 2016.

No entanto, alguns fatores, abaixo explicitados, foram responsáveis pela apuração do prejuízo de R$ 16,5 bilhões no terceiro trimestre:

- Impairment de ativos e de investimentos em coligadas de R$ 15,7 bilhões explicado pela apreciação do real, pelo aumento da taxa de desconto, pela revisão do conjunto de premissas do PNG 2017-2021, tais como preço de Brent e taxa de câmbio de longo prazo, e por alterações na carteira de investimentos do PNG 2017-2021.

- Reclassificação de perdas com depreciação cambial, em decorrência da venda da Petrobras Argentina (PESA), apesar da apuração de ganho contábil com sua alienação.

- Maior despesa com o novo Programa de Incentivo ao Desligamento Voluntário (PIDV) em virtude do aumento no número de adesões.

- Provisão para gastos com acordos em ações individuais contra a Petrobras em Nova York, conforme já comunicado.

- Provisão para assunção de dívidas e para perdas com adiantamentos a fornecedores para construção de cascos de FPSOs.

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Leia o comunicado na íntegra na página de Relacionamento com Investidores.


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